(Josiane Fonseca)
Ao romper da aurora
Vasculhar por dentro
E por o lixo fora
Abrir as portas da incerteza
Sorrir
E deixar o sol trazer
A alma para fora
Dormir
No Domínio do improvável
A Condição inexorável
Das revelações inesgotáveis
Que a entrega à alma impõe
Desvelo da alma
Revelar-se ao novo
Importar-se pouco com o que já foi
Questionar talvez
Duvidar jamais
De tudo aquilo
Que a alma é capaz
segunda-feira, 10 de maio de 2010
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ah, que lindo. vou seguir vces!
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