quinta-feira, 4 de março de 2010

Ode ao Ódio


Por mais de 10 anos
Arrastei sua corrente
Não sou Deus, não sou crente
Sou só mais um doente

E sentir esse veneno
Gosto ameno de sua mente
E o seu jeito reticente
Faz de mim um demente

Faço o teu Inferno
O meu Carnaval
Pra ser bem sincero
Só quero o seu mal

Meu bem, pra sempre e eterno
Este é meu conto sem final
Uma criança no Inverno
Sem presente de Natal

Tudo o que te resta
É moer o meu ódio
Vomitar os seus pecados
Ou descer deste pódio

Tudo seu que não presta
Seu rosto e coração
Feitos do que resta
De uma doce Ilusão

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